NOTÍCIAS
1) Equipes de resposta a desastres monitoram terremoto no Afeganistão e alarmante insegurança alimentar na África
2) O presidente do Seminário Bethany, Jeffrey Carter, expressa um sentimento de esperança em um 'centro que busca a unidade acima de tudo'
3) O Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas emite declarações sobre a guerra na Ucrânia e a emergência climática
4) Na base do Pastor de Meio Período; Igreja de Tempo Integral está a construção de relacionamentos
PESSOAL
5) Gene Hagenberger se aposenta do cargo de ministro executivo do Distrito do Atlântico Médio.
6) Notícias dos Irmãos: Pedido de oração pelo Equador, último envio de Recursos Materiais, mudanças de pessoal na Biblioteca e Arquivos Históricos dos Irmãos (BHLA), webinar oferecido sobre o tema “Refúgios e Resiliência: Santuários para o Nosso Espírito, Clima e Criação”

Ajude-nos a atualizar as opções de culto nas Igrejas dos Irmãos em todo o país em www.brethren.org/news/2020/church-of-the-brethren-congregations-worship-online.html. Também pedimos em oração o apoio dos Irmãos que atuam na área da saúde em www.brethren.org/news/2020/brethren-active-in-health-care.html. Envie informações sobre os cultos e adicione profissionais da saúde (nome, município e estado) enviando um e-mail para cobnews@brethren.org.
1) Equipes de resposta a desastres monitoram terremoto no Afeganistão e alertam para a insegurança alimentar na África
Por Roy Winter
A Brethren Disaster Ministries está monitorando o terremoto devastador que atingiu o leste do Afeganistão na quarta-feira, 22 de junho. Atualmente, os esforços de resgate ainda estão em andamento, com mais de 1.000 mortes relatadas e muitas outras pessoas feridas ou desaparecidas. Como o país foi tomado pelo Talibã, muitas das organizações parceiras habituais da Brethren Disaster Ministries não estão em condições de responder. A equipe continuará monitorando a situação para identificar uma possível resposta, incluindo a busca por potenciais parceiros.
A equipe está monitorando uma crise crescente no Chifre da África (Etiópia, Somália e Quênia), onde uma seca extrema, a disparada dos preços dos alimentos e os altos custos dos combustíveis estão agravando uma enorme crise humanitária. As Nações Unidas relatam que 29,7 milhões de pessoas passam fome, e esse número continua aumentando. Essa crise é ainda mais difícil devido à limitação da ajuda humanitária em função da guerra na Ucrânia e de outras crises. Muitos países africanos dependem da importação de trigo da Ucrânia, o que aumenta os desafios.
Crises alimentares também estão se desenvolvendo em ritmo alarmante na África Ocidental e em grande parte da região do Sahel. A necessidade está se tornando tão generalizada que desenvolver um plano de resposta tem sido mais difícil. A equipe continuará monitorando essas situações e desenvolverá uma resposta em breve.
–– Roy Winter é diretor executivo de Ministérios de Serviço da Igreja dos Irmãos. Saiba mais sobre os Ministérios de Assistência a Desastres dos Irmãos em www.brethren.org/bdm. Contribua para o trabalho dos Ministérios de Assistência a Desastres dos Irmãos através do Fundo de Emergência para Desastres em www.brethren.org/edf.

2) O presidente do Seminário Bethany, Jeffrey Carter, expressa um sentimento de esperança em um 'centro que busca a unidade acima de tudo'
Comunicado do Conselho Mundial de Igrejas
O presidente do Seminário Bethany, Jeff Carter, representa a Igreja dos Irmãos no Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI). Suas reflexões abaixo foram extraídas de uma entrevista concedida após uma reunião com igrejas históricas pacifistas e os Morávios, ocorrida durante a recente reunião do Comitê Central:
P: O que você acha que as igrejas históricas da paz podem contribuir para um encontro como este?
Carter: Claramente, nosso ponto de partida teológico é buscar, primeiramente, uma imitação de Jesus e, em seguida, como isso se manifesta no mundo por meio da expressão do nosso testemunho, que é orientado para a prática. Portanto, começar com esse testemunho e focar na reconciliação e na paz — que estão no cerne do Conselho Mundial de Igrejas — é fundamental. As igrejas históricas da paz oferecem uma voz orgânica que provém não apenas da nossa teologia, mas também da nossa vida em comunidade.

P: Como presidente do seminário teológico da Igreja dos Irmãos, o senhor percebeu alguma mudança no interesse pela teologia da paz?
Carter: No seminário, o foco na formação de pastores para o ministério congregacional sempre foi uma prioridade. Na última década, expandimos nossos programas acadêmicos. O que percebemos é que mais estudantes ecumênicos estão interessados em programas fora do mestrado em divindade e, por meio desses novos programas, eles não apenas encontram especializações como teopoética — uma combinação de artes e teologia — mas também descobrem nossa teologia da paz, que está na essência de quem somos. Estudantes ecumênicos ingressam focados em uma paixão ou perspectiva específica, descobrem nossa teologia da paz e isso expande não apenas sua visão de mundo, mas também sua paixão e interesse. De certa forma, nos tornamos testemunhas de nossa teologia no movimento ecumênico por meio da educação que oferecemos, e estamos crescendo. De 20% de estudantes ecumênicos há cinco anos, hoje somos 50%, e o número de nossos estudantes da Igreja dos Irmãos permaneceu o mesmo. Observamos essa expansão não apenas por causa de novos programas, mas também, acredito, por causa dessa teologia orientada para a prática, que não está apenas na mente, mas no coração e na vida que vivemos. As pessoas são atraídas por ela.
P: Em situações de conflito e guerra, como a guerra na Ucrânia, poderíamos dizer que o testemunho de paz é mais importante do que nunca — e, ao mesmo tempo, poderíamos dizer que o testemunho de paz falhou. Qual é a mensagem que precisamos transmitir como cristãos, como igrejas da paz, em situações trágicas e reais como esta?
Carter: O lema do seminário Bethany é “para que o mundo floresça”, e uma crítica recente a isso, bastante pertinente, questiona: “o que acontece se o mundo não florescer?”. Vivemos em um mundo muito fragmentado, mas que, ainda assim, ama a Deus. A crítica, portanto, é que o “florescimento” pode não ser imediato. As pessoas esperam que a paz aconteça agora, ou que haja uma correlação direta entre uma ação e sua conclusão, que, por fazer algo, a paz aconteça. Sabemos que a paz é um processo. No “Apelo Ecumênico por uma Paz Justa”, o que considerei mais valioso foi a compreensão sistêmica da construção da paz. Precisamos trabalhar em múltiplos níveis simultaneamente, em múltiplas direções, sabendo que haverá vislumbres de paz enquanto percorremos esta peregrinação, para usar essa linguagem. No fim, a realidade escatológica é que a paz será encontrada no Reino de paz, mas que a vislumbramos por meio de nosso trabalho e fidelidade. Na atual conjuntura da Ucrânia, fomos chamados a prestar contas de que houve falhas anteriores ao nosso apelo pela paz de hoje. Não podemos voltar atrás e corrigir isso — então, como enfatizamos a luz orientadora da reconciliação e da paz, a luz orientadora do diálogo e do acompanhamento, a luz orientadora da manutenção das necessidades humanas básicas em meio a esta guerra? Como mantemos essas luzes orientadoras e as colocamos em primeiro plano, dizendo que, em meio ao conflito armado e a essas atrocidades da guerra, continuaremos a trabalhar por esses valores superiores enquanto clamamos pelo fim do conflito armado, talvez em etapas menores, mas que, juntas, contribuam para uma paz sustentável? Outro ponto fundamental que surgiu das conversas desta manhã sobre a guerra na Ucrânia é a pergunta: "Estamos nos ouvindo?". E acho que isso faz parte da nossa tradição. É o diálogo — Mateus 18 — estar em diálogo, buscar a reconciliação. Não se trata de censurar, não se trata de dividir, não se trata de separar – trata-se sempre de reconciliar, que é sempre a nossa teologia da paz, mas não é algo imediato.
P: Qual é a sua esperança para o testemunho ecumênico da sua igreja daqui para frente?
Carter: Pessoalmente, sempre tive uma inclinação pelo ecumenismo — faz parte da minha natureza e do meu DNA. Gostaria muito que a Igreja dos Irmãos investisse mais em nossos relacionamentos ecumênicos. Acho que quando uma instituição está sob pressão, ela se volta para dentro. Na Igreja dos Irmãos, existe, em sua essência — teológica, cultural, política, como queiram definir —, um centro que busca a unidade acima de tudo, e esse elemento central é, para mim, o que traz mais esperança. Gostaria que a Igreja dos Irmãos, à medida que superamos nossas divisões denominacionais, se concentrasse realmente nos aspectos que promovem a unidade e em como redescobrimos nossa teologia e valorizamos seu testemunho não apenas para o mundo, mas com e para o mundo, e que sejamos um parceiro necessário no cenário nacional e mundial. Sei que, quando uma instituição está sob pressão, sua primeira reação não é externa, mas interna. Mas eu adoraria que a igreja, ao atravessarmos este período, fosse capaz de encontrar a coragem, a energia e os recursos para fazer ambas as coisas — cuidar da casa enquanto olhamos para o mundo.
— Saiba mais sobre a reunião do Comitê Central do CMI em www.oikoumene.org/about-the-wcc/organizational-structure/wcc-central-committee/june-2022. Encontre um relatório sobre o encontro das igrejas da paz no Comitê Central, “Igrejas da paz pedem mais criatividade em nossa construção da paz”, em www.oikoumene.org/news/peace-churches-call-for-more-creativity-in-our-peacebuilding.
3) O Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas emite declarações sobre a guerra na Ucrânia e a emergência climática
Segue abaixo o texto integral de duas declarações emitidas pelo Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), reunidas entre 15 e 18 de junho de 2022. A Igreja dos Irmãos é uma denominação fundadora do CMI e está representada no Comitê Central por Jeff Carter, presidente do Seminário Bethany:
Declaração sobre a guerra na Ucrânia:
“Afasta-te do mal e faze o bem; busca a paz e segue-a.” Salmo 34:14
“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” Mateus 5:9
As igrejas-membro do Conselho Mundial de Igrejas proclamaram conjuntamente que a Paz Justa é uma jornada de peregrinação rumo ao propósito de Deus para a humanidade e toda a criação (Apelo Ecumênico para a Paz Justa). O caminho da Paz Justa nos conduz ao exemplo de Jesus de Nazaré, a uma busca colaborativa pelo bem comum e a uma abordagem holística e sistêmica para a reconciliação de conflitos. Pois “a vida e os ensinamentos, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo apontam para o reino de paz de Deus”. Vivendo na esperança maior que nos é dada na vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, que venceu a violência, comprometemo-nos a buscar o bem comum de todos.
Todo ser humano é feito à imagem de Deus. Mulheres e homens, crianças e idosos, civis e soldados, feridos e moribundos, os que choram e os que temem, os deslocados e os que permanecem em casa, todos carregam a Imago Dei. Somos todos chamados a nos tornarmos mais semelhantes a Cristo neste momento, a nos afastarmos da indiferença, da ganância, da raiva, para sermos transformados mais completamente em uma comunidade humana global que vive em plenitude, reconhece a dignidade e responde às necessidades de cada um.
Nós, participantes da reunião do comitê central do Conselho Mundial de Igrejas em Genebra, Suíça, de 15 a 18 de junho de 2022, estamos profundamente afetados pelos acontecimentos na Ucrânia desde nossa última reunião, de 9 a 15 de fevereiro de 2022, pois quando uma parte do corpo sofre, todas as partes sofrem com ela. Manifestamos nossa solidariedade cristã a todos os que sofrem neste conflito. Nossos corações se entristecem com o fato de que, após oito anos de crise e conflito não resolvidos nas regiões orientais da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, a Federação Russa lançou uma invasão ilegal contra seu vizinho, um Estado soberano. Este trágico acontecimento representa uma terrível falha da diplomacia, da responsabilidade e do respeito ao direito internacional.
Lamentamos o fato de que, como consequência, o povo ucraniano esteja sofrendo um número assustador de mortes, destruição e deslocamentos. Milhares de civis ucranianos foram mortos, cidades como Mariupol foram reduzidas a ruínas e mais de 14 milhões de pessoas – mais de um quarto de toda a população da Ucrânia – fugiram de suas casas. Além disso, há muitos relatos de atrocidades que podem constituir crimes de guerra e crimes contra a humanidade, incluindo violência sexual e de gênero, bem como uma vulnerabilidade muito maior ao tráfico de pessoas. O conflito é acompanhado por uma proliferação maciça de armas na região, mas as armas não podem fornecer uma solução para esta crise; a única solução real é “buscar a paz e persegui-la”.
Os efeitos deste conflito também ameaçam levar milhões de pessoas já em situação de insegurança alimentar à fome em diversos países do mundo, provocar instabilidade social e política generalizada, destruir a arquitetura de segurança internacional do pós-Segunda Guerra Mundial, provocar uma nova corrida armamentista global e acelerar nossa trajetória rumo à catástrofe climática, num momento em que as nações do mundo deveriam finalmente se unir para enfrentar essa ameaça existencial comum, a fim de limitar o aquecimento global a 1,5°C.
O Comitê Central aprecia e reconhece as diversas iniciativas tomadas pelo CMI, seus membros e parceiros ecumênicos em relação à situação na Ucrânia, desde antes da crise inicial de 2014, e especialmente desde a invasão de 24 de fevereiro de 2022. O Comitê Central reconhece a clara denúncia do secretário-geral interino da agressão armada iniciada naquela data e seus reiterados apelos para o fim da guerra, e acolhe com satisfação as demais iniciativas que foram realizadas, incluindo as duas mesas-redondas ecumênicas convocadas pelo CMI (30 de março e 10 de junho de 2022) e as visitas conjuntas com a ACT Alliance a igrejas locais e organizações afins que acolhem e cuidam de refugiados da Ucrânia, tanto na Hungria e na Romênia (14 a 18 de março de 2022) quanto na Rússia (21 a 26 de maio de 2022).
Na comunidade ecumênica, surgem sérias preocupações sobre qualquer uso indevido da linguagem religiosa para justificar ou apoiar a agressão armada, em nítido contraste com o chamado cristão à pacificação. Uma análise crítica e renovada da fé cristã em sua relação com a política, a nação e o nacionalismo se faz urgentemente necessária.
O comitê central destaca o resultado da Consulta Pré-Assembleia Inter-Ortodoxa (realizada no Chipre, de 10 a 15 de maio de 2022), na qual os participantes expressaram sua “grave preocupação com o conflito armado na Ucrânia, que já ceifou muitas vidas” e foram “unânimes em condenar as guerras e em apelar a todas as partes envolvidas nos conflitos para que façam tudo ao seu alcance para o estabelecimento urgente da paz e para garantir a segurança na Ucrânia, na Rússia, na Europa e em todo o mundo”. Condenaram também as “campanhas sistemáticas de desinformação que promovem divisões e ódio”
Especialmente sob uma perspectiva ecumênica, o encontro e o diálogo são de importância central em uma situação como essa, e destacamos a observação feita pelos participantes da segunda mesa-redonda convocada pelo CMI em 10 de junho de 2022, de que “o chamado ao diálogo, ao encontro e à busca da compreensão mútua é a própria essência do ecumenismo. A divisão e a exclusão são a antítese do propósito do nosso movimento”. Reconhecemos e acolhemos com satisfação o compromisso do Patriarcado de Moscou – que representa a base do CMI tanto na Rússia quanto na Ucrânia – de se engajar em encontros e diálogos sobre a situação na Ucrânia sob os auspícios do CMI, embora as circunstâncias o tenham impedido de participar de qualquer uma das duas mesas-redondas ecumênicas convocadas até o momento. Contudo, o diálogo permanece uma necessidade urgente e evidente para lidar com essa situação crítica para o povo da Ucrânia, para o futuro do mundo e para o movimento ecumênico.
O comitê central:
Repudiamos a guerra ilegal e injustificável infligida ao povo e ao Estado soberano da Ucrânia. Lamentamos o terrível e contínuo número de mortes, destruição e deslocamentos, o rompimento de relações e o aprofundamento do antagonismo entre os povos da região, a escalada do confronto global, o aumento do risco de fome em regiões do mundo com insegurança alimentar, as dificuldades econômicas e a crescente instabilidade social e política em muitos países.
Declara que a guerra, com as mortes e todas as outras consequências miseráveis que acarreta, é incompatível com a própria natureza e vontade de Deus para a humanidade e contrária aos nossos princípios cristãos e ecumênicos fundamentais, e rejeita qualquer uso indevido da linguagem e da autoridade religiosa para justificar a agressão armada.
Reitera o apelo da comunhão global de igrejas representadas no CMI (Conselho Mundial de Igrejas) pelo fim desta guerra trágica, por um cessar-fogo imediato para deter a morte e a destruição, e pelo diálogo e negociações para garantir uma paz duradoura.
Apelamos urgentemente a todas as partes envolvidas no conflito para que respeitem os princípios do direito internacional humanitário, especialmente no que diz respeito à proteção de civis e infraestruturas civis, e ao tratamento humano dos prisioneiros de guerra; instamos à troca de prisioneiros de guerra e dos corpos dos combatentes mortos entre as duas partes.
Apela -se a um investimento muito maior por parte da comunidade internacional na busca e promoção da paz, em vez de na escalada do confronto e da divisão.
Afirma o mandato e o papel especial do Conselho Mundial de Igrejas em acompanhar suas igrejas-membro na região e como plataforma e espaço seguro para encontro e diálogo, a fim de abordar as muitas questões prementes para o mundo e para o movimento ecumênico decorrentes deste conflito, bem como a obrigação de seus membros de buscar a unidade e servir juntos ao mundo, e, portanto, exorta os membros da comunhão ecumênica na Rússia e na Ucrânia a utilizarem esta plataforma.
Elogia as igrejas locais, os ministérios especializados e todas as organizações humanitárias que apoiam as pessoas que sofrem em todas as partes da Ucrânia e que acolhem e cuidam dos refugiados que fogem da guerra, e destaca a importância crucial do princípio da neutralidade humanitária neste contexto.
Ora por todas as vítimas deste conflito, na Ucrânia, na região e em todo o mundo, para que seu sofrimento cesse e que elas sejam consoladas e reintegradas a vidas em segurança e dignidade, e assegura-lhes o amor e a compaixão da comunhão de igrejas do CMI por elas em sua situação difícil.
Apela aos nossos irmãos e irmãs cristãos das igrejas russa e ucraniana para que usem suas vozes para se oporem às contínuas mortes, destruição, deslocamento e desapropriação do povo da Ucrânia, incluindo seus irmãos cristãos.
Solicita ao Secretário-Geral interino que lidere uma delegação em "Peregrinação pela Justiça e Paz" a Kiev e Moscou para se reunir com os líderes das igrejas em ambos os lugares, a fim de discernir os fatores que contribuem para a paz e o que é necessário para instar seus governos a um cessar-fogo imediato e a negociações de paz.
Solicita ainda ao Secretário-Geral em exercício que faça tudo ao seu alcance para que a próxima 11ª Assembleia do CMI em Karlsruhe (31 de agosto a 8 de setembro de 2022) contribua de forma significativa para a busca da paz através do diálogo, pela justiça, pela dignidade humana e pelos direitos humanos – inclusive assegurando a representação da Ucrânia na Assembleia – e pela reconciliação e unidade para as quais somos chamados por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
(Encontre esta declaração publicada online em www.oikoumene.org/resources/documents/wcc-central-committee-statement-on-the-war-in-ukraine.)
Declaração sobre a necessidade imperativa de uma resposta eficaz à emergência climática:
Décadas de pesquisa científica validaram a realidade da crescente emergência climática que agora se apresenta como uma catástrofe iminente. Décadas de atuação do Conselho Mundial de Igrejas, juntamente com muitos parceiros religiosos e da sociedade civil, articularam a necessidade de ação, de uma transição justa para um futuro sustentável e de prestação de contas às comunidades mais vulneráveis e pobres e aos povos indígenas, refletindo a responsabilidade histórica das nações industrializadas mais desenvolvidas.
Os últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) deixam claro: para permanecermos dentro do limite mais seguro de 1,5°C de aquecimento global e evitarmos consequências muito mais graves para a vida na Terra, a comunidade global não tem mais tempo a perder para reverter a trajetória das emissões globais de gases de efeito estufa. Nossa fé cristã nos impele a agir – não apenas a falar – para salvaguardar a Criação de Deus, proteger os mais vulneráveis e promover a justiça. A comunidade global enfrenta agora uma necessidade existencial de agir imediata e eficazmente em prol de toda a Criação, da qual todos os seres humanos fazem parte. É um imperativo moral e espiritual.
A declaração final da Quinta Cúpula de Halki, recentemente concluída e coorganizada pelo Patriarcado Ecumênico e pelo Instituto Universitário Sophia, de 8 a 11 de junho de 2022, observou que “estamos em um ponto de virada decisivo para o futuro da família humana”, no qual as igrejas são chamadas a desempenhar um papel essencial no desenvolvimento de uma ética ecológica compartilhada, na superação da cultura do desperdício e no “reforço das conexões entre nós e toda a criação de Deus, entre nossa fé e nossa ação, entre nossa teologia e nossa espiritualidade, entre o que dizemos e o que fazemos, entre ciência e religião, entre nossas crenças e todas as disciplinas, entre nossa comunhão sacramental e nossa consciência social, entre nossa geração e as gerações vindouras”.
A metanoia global necessária para enfrentar esse desafio deve, antes de tudo, incluir uma eliminação urgente da extração e do uso de combustíveis fósseis e uma transição justa para fontes de energia renováveis que proteja os direitos dos povos indígenas e de outras comunidades marginalizadas e leve em consideração a igualdade de gênero. No entanto, em nítido contraste com essa necessidade, o mundo está atualmente a caminho de produzir mais do que o dobro de carvão, petróleo e gás até 2030 do que o necessário para limitar o aumento da temperatura global a menos de 1,5 °C, e essa trajetória negativa está sendo acelerada como consequência da guerra na Ucrânia.
Os 20% mais ricos do mundo são responsáveis por quase 70% de todas as emissões de gases de efeito estufa. Isso deve ser levado em consideração nas decisões globais para alcançar a neutralidade climática, e as nações e comunidades ricas do mundo devem reconhecer seu dever de agir primeiro e com maior abrangência na redução de suas emissões a níveis sustentáveis, para lidar com perdas e danos e para apoiar a mitigação e a adaptação em países e comunidades mais pobres. Trata-se de uma questão de justiça e de responsabilidade moral e ética fundamental.
De fato, prosseguir deliberadamente em nossa trajetória destrutiva atual é um crime – contra os pobres e vulneráveis, contra aqueles que menos contribuem para a crise, mas que sofrem os impactos mais severos, contra nossos filhos e as futuras gerações, e contra o mundo vivo. Novos mecanismos de responsabilização devem ser considerados a esse respeito, e o comitê central reconhece com satisfação as iniciativas para o estabelecimento do "ecocídio" como crime internacional e para um Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis.
Reconhecemos que os povos indígenas são especialmente vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, embora estejam entre os menos responsáveis por elas, e também são fontes importantes de sabedoria e espiritualidade para um futuro sustentável. As comunidades indígenas ocupam de 20 a 25% da superfície terrestre, abrigando 80% da biodiversidade remanescente do planeta. Para proteger os ecossistemas ameaçados pelas mudanças climáticas e pelas indústrias extrativistas, os povos indígenas devem ser reconhecidos, respeitados e apoiados. Não pode haver um futuro viável sem eles.
Considerando que Kiribati declarou recentemente estado de calamidade pública devido à seca prolongada e que muitas ilhas estão ameaçadas por grandes ondas oceânicas, destacamos o perigo enfrentado pelas nações insulares de baixa altitude na região do Pacífico e em outros lugares. Manifestamos nossa solidariedade a todas as comunidades em maior risco devido à elevação do nível do mar, que enfrentam um futuro como "deslocados internos induzidos pelas mudanças climáticas". Reconhecemos que as mudanças climáticas já estão se tornando um dos principais fatores de deslocamento e migração, representando um grande desafio humanitário internacional.
Observamos a crescente ameaça à biodiversidade na abundante criação de Deus que as mudanças climáticas representam, com tantas espécies em risco cada vez maior de extinção e com profundas consequências para toda a teia da vida.
Reconhecemos a liderança de crianças e jovens em desafiar o status quo que nos trouxe a este precipício. Esses jovens estão responsabilizando governos, interesses econômicos estabelecidos e todas as autoridades vigentes de forma mais eficaz do que muitos outros. Eles estão argumentando de forma contundente que a inação climática da atual geração de líderes é uma grave injustiça intergeracional e uma forma de violência contra as crianças.
Estamos profundamente perturbados e consternados com o fato de que, praticamente no último momento em que o mundo finalmente se uniu para enfrentar a ameaça existencial comum representada pela emergência climática, um novo conflito no coração da Europa esteja aprofundando e consolidando divisões na comunidade internacional e nos conduzindo ainda mais rapidamente para a catástrofe climática.
O comitê central, portanto:
Condena a exploração, a degradação e a violação da Criação para satisfazer a ganância da humanidade.
Exorta todas as igrejas-membro e parceiros ecumênicos ao redor do mundo a darem à emergência climática a atenção prioritária que uma crise de dimensões tão sem precedentes e abrangentes merece, tanto em palavras quanto em ações, e a intensificarem seus esforços para exigir a ação necessária de seus respectivos governos dentro do prazo necessário para limitar o aquecimento global a 1,5°C e cumprir as responsabilidades históricas para com as nações e comunidades mais pobres e vulneráveis.
Aprecia o relatório conjunto do Grupo de Referência e do Grupo de Trabalho sobre Mudanças Climáticas da Rede Ecumênica de Povos Indígenas do CMI, que destaca o papel fundamental dos povos indígenas na construção de um caminho alternativo de convivência harmoniosa com toda a Criação.
Observa com consternação que a Conferência Inter-Sessional sobre Mudanças Climáticas em Bonn terminou sem compromissos financeiros adequados em matéria de mitigação e adaptação, ou no que diz respeito a perdas e danos, e apela mais uma vez aos países industrializados mais ricos, os principais responsáveis pelas mudanças climáticas, para que cumpram o seu dever para com os países e regiões mais pobres e vulneráveis, que sofrem os impactos mais severos deste desastre, e para que parem de usar a ação climática e o financiamento como moeda de troca ou instrumento para outros fins políticos.
Apelo a todos os membros da família ecumênica global – igrejas, organizações, comunidades, famílias e indivíduos – para que “pratiquem o que pregam” e tomem as medidas que lhes forem possíveis em seus próprios contextos, lembrando que, em um contexto global, a ação ou inação de um país impacta de forma desproporcional e negativa os países vulneráveis. Para ajudar a impulsionar uma transição justa para um futuro sustentável, as igrejas-membro são encorajadas a se inspirarem nos diversos recursos disponibilizados pelo CMI e outras fontes relevantes.
Exorta as igrejas-membro e os parceiros ecumênicos a defenderem junto às suas autoridades nacionais a introdução de legislação que assegure a implementação de medidas em conformidade com o Acordo de Paris e a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, bem como a realocação dos orçamentos de despesas militares para fins de uma transição justa para energias renováveis, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza extrema.
Incentiva os esforços para promover o financiamento responsável em relação ao clima nas relações de todos os membros da família ecumênica global, garantindo que, por meio de nossos fundos de pensão, bancos e outros arranjos de serviços financeiros, não sejamos cúmplices no financiamento de indústrias de combustíveis fósseis que destroem o clima, mas sim que apoiemos o desenvolvimento acelerado de uma economia baseada em energia renovável sustentável e solidariedade mútua.
Apelos para que a próxima 11ª Assembleia do CMI, a última assembleia ecumênica global dentro da janela de oportunidade restante para agir e evitar os piores impactos das mudanças climáticas, seja usada adequadamente como uma plataforma para promover a metanoia ecológica de que precisamos no movimento ecumênico e no mundo em geral, por meio do encontro de igrejas de nações ricas e pobres, privilegiadas e ameaçadas. Convidamos todas as igrejas-membro do CMI e parceiros ecumênicos a virem à Assembleia preparados para ouvir e aprender com as histórias de luta e resiliência das comunidades afetadas, para compartilhar seus compromissos e iniciativas e para traduzir suas palavras em ações, a fim de ajudar a garantir um futuro sustentável para o mundo vivo que Deus criou em tamanha abundância e complexidade.
Solicita à Assembleia e aos órgãos diretivos do CMI que considerem a criação de uma nova Comissão sobre Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável, a fim de dar a devida atenção a essa questão neste período crucial.
(Encontre esta declaração publicada online em www.oikoumene.org/resources/documents/wcc-central-committee-statement-on-the-imperative-for-effective-response-to-the-climate-emergency.)
4) Na base do Pastor de Meio Período; Igreja de Tempo Integral está a construção de relacionamentos
Por Jen Jensen
A aparição de Jesus após a ressurreição no caminho de Emaús, no Evangelho de Lucas, é impactante porque nos lembra que a presença de Jesus é tão importante quanto seus sermões e histórias.

Jesus estava presente quando os dois homens que encontrou na estrada confessaram o que os afligia profundamente. Não apenas compartilharam seus sentimentos um com o outro, como Jesus caminhou ao lado deles, buscando compreender em que ponto da jornada se encontravam. Jesus os lembrou de que a história deles ainda não havia terminado, que o plano de Deus estava se desenrolando diante deles. Sua mensagem de conforto foi simples e profunda, a ponto de o convidarem a ficar. Naquela noite, em comunhão à mesa – num lugar de descoberta e exploração mútua – Jesus se revelou. Após acontecimentos que os deixaram questionando quase tudo, eles se encontraram num espaço de genuíno cuidado e companheirismo com o próprio Jesus. Ali, souberam que sua jornada era valorizada e que, sem dúvida alguma, o plano de Deus continuaria a se desdobrar. Com a fé renovada para a jornada, os dois compartilharam a esperança e a alegria daquela noite com seus companheiros.
Dando continuidade à obra de Jesus, o programa Pastor de Meio Período; Igreja de Tempo Integral existe na Igreja dos Irmãos para acompanhar, ouvir e defender pastores de meio período, com múltiplas vocações e que não recebem salário fixo. O programa os capacita a viver e liderar bem, enriquecendo sua jornada por meio de relacionamentos intencionais e compartilhamento de sabedoria ponderada.
Uma pesquisa realizada em 2018 com executivos distritais da Igreja dos Irmãos revelou que pelo menos 75% dos pastores que serviam às congregações trabalhavam em tempo parcial, exerciam múltiplas funções ou não recebiam salário fixo. Em 2019, um estudo subsequente com pastores da Igreja dos Irmãos que trabalhavam em tempo parcial ou exerciam múltiplas funções constatou que suas principais necessidades eram apoio e recursos, bem como oportunidades de conexão e aprendizado. O projeto "Pastor em Tempo Parcial; Igreja em Tempo Integral" aborda diretamente essas necessidades, proporcionando relacionamentos intencionais e compartilhamento de sabedoria ponderada, enquanto os pastores mantêm a autonomia para escolher o tipo de apoio de que precisam, de acordo com sua agenda, fase do ministério e aspirações de sucesso no ministério.
No cerne do programa "Pastor em Tempo Parcial; Igreja em Tempo Integral" está a construção de relacionamentos. Os "pastores itinerantes" são o coração do programa, proporcionando relacionamentos entre pares do clero que são mutuamente benéficos. Também são oferecidas neste ano oportunidades de direção espiritual e mentoria para o clero. As conexões em pequenos grupos incluem webinars, estudos bíblicos e apoio espiritual em grupo aberto, que proporciona participação interativa em tópicos relevantes para o trabalho e o bem-estar dos pastores.
Pastor em tempo parcial; Igreja em tempo integral acredita de todo o coração que os líderes ministeriais precisam do dom de se conectar com colegas que oferecem graça tangível, participar de oportunidades intencionais de descanso e renovação do chamado, e tempo para redescobrir seu propósito mais profundo.
Encontre uma lista de oportunidades disponíveis através do programa Pastor em Tempo Parcial; Igreja em Tempo Integral em www.brethren.org/ministryoffice/part-time-pastor ou entrando em contato com a gerente do programa, Jen Jensen, pelo e-mail jjensen@brethren.org. Você também pode nos seguir no Facebook ou Instagram em @ptpftcbrethren.
— Jen Jensen é gerente de programa do "Pastor em Tempo Parcial; Igreja em Tempo Integral", um programa do Escritório de Ministério da Igreja dos Irmãos.
PESSOAL
5) Gene Hagenberger se aposenta do cargo de ministro executivo do Distrito do Atlântico Médio
Gene Hagenberger se aposenta do cargo de ministro executivo do Distrito do Meio-Atlântico em 15 de julho, com remuneração até 30 de novembro. Ele atuou na liderança do distrito por mais de 13 anos, tendo assumido o cargo em 1º de agosto de 2009.
Durante seu mandato, Hagenberger desempenhou diversas funções no Conselho de Executivos Distritais relacionadas ao discernimento de dons e ao treinamento e desenvolvimento de executivos. Mais recentemente, ele representou o conselho no Comitê Consultivo de Remuneração e Benefícios Pastorais da Conferência Anual da Igreja dos Irmãos.
Licenciado pela Igreja dos Irmãos de Burnham, no Distrito da Pensilvânia Central, em 1975, foi ordenado pela Igreja dos Irmãos de Pipe Creek, no Distrito do Atlântico Médio, em 1985. Antes de assumir o cargo de executivo distrital, pastoreou congregações em Virlina, na Pensilvânia Central e no Distrito do Atlântico Médio, mais recentemente na congregação de Easton.
Ele possui diplomas do Elizabethtown College (Pensilvânia), do Drew Theological Seminary e do Western Maryland College, além de um certificado em Teologia e Ministério pelo Princeton Theological Seminary. Ademais, possui um certificado executivo em Captação de Recursos Religiosos pelo Lake Institute on Faith and Giving da Indiana University Lilly Family School of Philanthropy.
6) Pedaços de irmãos
— A equipe de Recursos Materiais carregou dois contêineres de 40 pés com destino à Libéria esta semana. Recursos Materiais é um programa da Igreja dos Irmãos que processa, armazena e envia bens de ajuda humanitária a partir do Centro de Serviços dos Irmãos em New Windsor, Maryland. Os carregamentos desta semana continham equipamentos e suprimentos para a construção de um hangar de aviões, incluindo itens como uma escotilha de acesso ao telhado, um suporte de cauda simples, uma esmerilhadeira, uma morsa, um guindaste pórtico e chapas metálicas. “Estamos recebendo itens há mais de um ano para concluir este carregamento”, disse a diretora Loretta Wolf.
— A Biblioteca e Arquivos Históricos dos Irmãos (BHLA) está se despedindo da estagiária de arquivo Allison Snyder, que está concluindo dois anos no cargo. Um evento online, transmitido ao vivo pelo Facebook, em sua homenagem será realizado na quinta-feira, 7 de julho, às 10h (horário central). Acesse www.facebook.com/events/1526481817748564.
A Global Food Initiative compartilhou um pedido de oração da Fundación Brethren y Unida (FBU) no Equador, uma organização que surgiu da antiga missão da Igreja dos Irmãos no país. Eles pediram orações porque os protestos, que até então eram em grande parte pacíficos, pareciam estar prestes a tomar um rumo mais violento. Alguns funcionários e familiares tiveram que deixar a área onde a FBU tem sua fazenda em Picalqui, a uma hora de Quito. Há alguns dias, a fazenda leiteira não consegue entregar leite e os refrigeradores estão cheios de queijo e manteiga, sem ter onde armazená-los. Leia mais sobre as preocupações dos grupos indígenas no Equador nesta reportagem da Reuters: www.reuters.com/world/americas/ecuador-indigenous-groups-block-road-protest-economic-policies-2022-06-13.
— Ashley Scarr inicia seu estágio de 2022-2023 na Biblioteca e Arquivos Históricos dos Irmãos em 27 de junho. Ela é formada em Inglês pela Universidade Estadual de San Diego e, mais recentemente, atuou como assistente administrativa na Primeira Igreja dos Irmãos de San Diego (Califórnia).
— “Refúgios e Resiliência: Santuários para o Nosso Espírito, Clima e Criação” é o título de um webinar oferecido pelo Creation Justice Ministries na quinta-feira, 30 de junho, a partir das 18h (horário do leste dos EUA). “Venha absorver a sabedoria da Dra. Debra Rienstra, do Dr. Tim Van Deelen e do Dr. Rick Lindroth”, diz o anúncio. “Como a etimologia do termo implica, refúgios são lugares de abrigo. São lugares para encontrar proteção – mas apenas por um tempo. Mais importante ainda, refúgios são lugares para começar, lugares onde o trabalho delicado e árduo de reconstrução e renovação cria raízes. Junte-se a nós para explorar como sua congregação pode ser um lugar de refúgio, criando espaço para a cura do espírito, do clima e da criação.” Inscreva-se para o workshop online e saiba mais em https://secure.everyaction.com/2eCR2YShfkmDXUZsAm7BsQ2.

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