Por Chris Bowman
O Advento chegou. Os quatro domingos que antecedem o Natal são reservados pela Igreja como um tempo de espera ansiosa pela Luz do Mundo.
Em cada um dos quatro domingos do Advento, simbolizamos essa expectativa acendendo uma vela diferente. A luz cresce até que, finalmente, a vela de Cristo é acesa na véspera de Natal. Simbolicamente, nessa mesma celebração, cada um de nós acenderá sua própria vela para reconhecer que Cristo veio por cada um de nós.
Que história é essa de piromania toda?
Bem, há algo de honesto e gratificante nesse símbolo. Percebo isso quando um fósforo é aceso com uma explosão controlada, ou quando o acólito entra no santuário com a luz quase apagada, ou no brilho de uma brasa nas cinzas da fogueira da noite anterior.
O Deus da criação veio a nós como um pequeno bebê em uma manjedoura emprestada, em uma terra ocupada – uma pequena faísca em meio à imensidão da escuridão. Contudo, aquele bebê cresceu e se tornou nosso salvador, transformando o mundo.
Muitas vezes acontece assim, não é? O Serviço Voluntário dos Irmãos começou quando alguém se levantou e apresentou uma nova ideia à igreja; o acampamento dos Irmãos começou quando alguém teve uma visão e visitou cada distrito para incentivá-los a investir em acampamentos para nossos jovens; nossa denominação, na verdade, começou quando um pequeno grupo de pessoas começou a estudar a Bíblia junto e decidiu se aprofundar no que aprendia.
Às vezes, tudo começa com uma pequena faísca.
E, ao olharmos para o nosso novo ano, pergunto-me em que decidiremos nos concentrar… Nesta comunhão de seguidores onde os relacionamentos importam e o discipulado cristão tem valor. Estou ansioso pelo futuro.
— Chris Bowman é o pastor principal da Igreja dos Irmãos em Manassas (Virgínia). Esta reflexão foi publicada originalmente no boletim informativo da igreja e é reproduzida com permissão.